quinta-feira, 23 de outubro de 2014

SARTORI, BRITO E YEDA, VAMPIROS DA EDUCAÇÃO. CPERS DIVULGA NOTA EM REPÚDIO À MANIFESTAÇÃO DE SARTORI AO PORTAL TERRA; CANDIDATO PEDE DESCULPAS

sartori no cpers bernardoO Cpers-Sindicato divulgou na tarde desta segunda-feira (20) nota de repúdio à manifestação do candidato José Ivo Sartori, da coligação O Novo Caminho para o Rio Grande (PMDB, PSD, PSB, PPS, PSDC, PHS, PT do B e PSL), dada em entrevista ao Portal Terra, na qual o peemedebista faz uma brincadeira com a questão do piso do magistério, em uma alusão à peça usada em revestimentos e construções.
Na entrevista, que foi ao ar no portal na manhã desta segunda-feira (20), o candidato está falando sobre política salarial para a categoria, recordando que não assinou, no primeiro turno, documento da entidade, na qual havia, entre outros itens, compromisso com a implantação do piso para os professores. No vídeo Sartori está falando desta agenda com o Cpers, mas nãos e recorda momentaneamente do nome atríbuído ao padrão salarial inicial da categoria, é lembrado pelos jornalistas presentes, e fala “Piso, eu vou lá no Tumelero, que eles têm um piso melhor”.
A coligação divulgou nota (veja abaixo) no início da noite desta segunda-feira (20), alegando que o trecho em que Sartori faz a alusão à questão do piso foi apresentada ao público de forma editada, sem o devido contexto. O candidato pediu desculpas “por qualquer mal-estar causado” e reforça “respeito” aos professores.
Confira a nota do Cpers:
“O Cpers-Sindicato manifesta estranheza e preocupação com o modo pelo qual o candidato ao governo do Estado, José Ivo Sartori, tratou o tema do Piso Salarial dos educadores, em entrevista concedida ao portal Terra (20/10/2014). Estivemos mobilizados nos últimos quatro anos para exigir do atual governo o cumprimento da Lei do Piso e seguiremos mobilizados no próximo governo, seja ele qual for.
Acreditamos que esse tema não deve ser objeto de chacota ou brincadeiras por conta de quem tem a responsabilidade de propor alternativas para qualificar a nossa educação e valorizar o trabalho dos professores e de todos os trabalhadores em educação.
Somos educadores e lutamos diariamente para oferecer um ensino de qualidade, mesmo com as adversidades da nossa profissão. Por isso, não admitimos que os trabalhadores em educação sejam tratados com falta de educação e respeito.
O Cpers-Sindicato é uma entidade de todos os educadores e, enquanto tal, não tem preferência partidária. Não podemos, entretanto, aceitar que postulantes ao governo do Estado brinquem com coisas sérias. Conclamamos a sociedade gaúcha a defender, junto conosco, o Piso Nacional dos professores dentro do Plano de Carreira, medida essencial para garantir uma educação pública de qualidade.”
Apoio: CUT, CTB, CNTE, SINPRO, SINTAE, FeteeSul
Confira a nota da coordenação da coligação O Novo Caminho para o Rio Grande:
“A direção da campanha O Novo Caminho para o Rio Grande esclarece que o candidato José Ivo Sartori, que também é professor, teve um trecho de 27 segundos – de uma entrevista de 54 minutos – retirada de um contexto onde ele fazia referência à promessa não cumprida de pagamento do piso salarial dos professores.
Sartori pede desculpas por qualquer mal-estar causado, reforçando o respeito que tem pelos professores e lembrando que quem não respeita o Magistério é o candidato Tarso, do PT, que assinou a lei e não cumpre ao não pagar o piso aos professores.”

* Com informações da assessoria do Cpers

* Editada às 20h21min, para acréscimo da nota oficial da coordenação da coligação O Novo Caminho para o Rio Grande

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Antipetismo é fortalecido por mídia e desinformação

Ignorância e conservadorismo alimentam ódio e violência contra eleitores e militantes do PT

ENIO E LULA
Enio Barroso, do blog PTrem das Treze, com Lula: agressão covarde no centro de São Paulo
O discurso de ódio contra o Partido dos Trabalhadores tem levado a campanha eleitoral de 2014 a um outro nível. Na contramão do debate pautado em ideias e propostas, casos de agressões verbais e físicas contra militantes figuram nas ruas e nas redes sociais. “Nunca vi um ódio disseminado, por um partido político, como o ódio que eu vejo pelo PT”, disse o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, durante encontro realizado na Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo, na última segunda-feira (20).
De acordo com a mestra em Direito e professora de Direitos Humanos da Universidade Católica de Brasília, Marili Quadros, o “antipetismo” é, em sua origem, um movimento de insatisfação com a ideologia de esquerda, defendida pelo partido. “O ódio vem num movimento de repulsa em relação ao próprio desenvolvimento das ideologias de um partido de esquerda no governo, que pressupõe uma sociedade com uma maior igualdade e isso significa uma melhor divisão de renda”, analisa.
Segundo a professora, mesmo com o crescimento de manifestações populares, como as ocorridas em julho de 2013, a discussão acerca da política, no país, ainda é defasada e manipulada pelos veículos tradicionais da mídia. “Quem fala de política há séculos no Brasil é a mídia, e há uma tendência a se falar em política repetindo o que ela significa para este setor, sem reflexões. Sem saber muito explicar o porquê, as pessoas divulgam esse ódio explícito”, explica.
Na terça-feira (14), o blogueiro Enio Barroso Filho, de São Paulo, sofreu uma agressão covarde, em uma rua da capital paulista, por estar com adesivos da campanha de Dilma Rousseff na roupa. Detalhe: Enio é cadeirante, pois sofre de uma enfermidade física progressiva. Segundo ele, três homens desceram de um carro e tentaram derrubá-lo no chão. Foi salvo por uma transeunte que ameaçou chamar a polícia.
Em Abel Figueiredo, no Pará, um militante do PT foi morto a tiros na segunda-feira (22), em um assentamento de trabalhadores sem terra. Razão: tentou impedir a ação de capangas de fazendeiros locais contra trabalhadores da prefeitura que terraplenavam uma estrada para ônibus escolares.
Imprensa comprometida – Para o jornalista Luis Nassif, editor do site Nassif On Line, a campanha do ódio contra o PT é antiga e motivada por uma resistência à inclusão social promovida pelos governos do partido. Essa ação, diz, desagrada a classe média estabelecida e setores da mídia tradicional. “O mercado de opinião da mídia fomenta os discursos de ódio e cria imagens negativas contra os adversários. O ódio é uma ferramenta para influenciar”, afirma.
O jornalista defende a regulamentação da mídia e acredita que o Brasil está atrasado nesta experiência, realizada em países europeus e nos Estados Unidos. “O mundo inteiro está fazendo isso. Nós temos que estabelecer uma lei de meios”, diz.
Combate ao ódio – O aposentado Flávio Soares, 62 anos, dedica-se há 30 à militância no PT. Para ele, a campanha de ódio contra o partido deve ser combatida com o amor. “Precisamos ver o lado avesso desse ódio”, defende.
Segundo soares, ações negativas contra o partido foram nutridas ao longo do tempo por ideologias conservadoras. O desafio, diz o militante, é mostrar que valores como este não podem prevalecer em uma sociedade com desejo de evolução e valores humanos fortes. “Não tem como combater isso sem mostrar que estamos evoluindo, beneficiando todo mundo. A sociedade que avança e não segrega é a mais correta”, afirma.
A violência do discurso de ódio contra o PT ainda é uma realidade diária, segundo o militante. Ele relata que, na semana passada, durante uma caminhada com a bandeira do partido no Eixo Sul de Brasília, chegou a ser abordado por dois homens que o agrediram verbalmente. “Os dois sujeitos vieram dizendo ‘enfia essa bandeira, vai para a merda’, assim, de graça”, relata.
Por Victoria Almeida, da Agência PT de Notícias

O Rio Grande não pode voltar atrás. VAMOS EM FRENTE!

O Rio Grande não pode voltar atrás.

VAMOS EM FRENTE!
Toda vez que o Rio Grande do Sul optou por diminuir o tamanho do Estado, a qualidade de vida da população diminuiu junto. ​O estado está mudando com grandes investimentos em todas as áreas, e a  mudança​ não pode parar​. Já vimos o governo trocar e o Rio Grande voltar pra trás, mudar pra pior. Por isso, a verdadeira mudança pra melhor na vida dos gaúchos hoje é continuar o que está sendo feito.
PELA PRIMEIRA VEZ NA HISTÓRIA: 12% DO ORÇAMENTO NA SAÚDE 

Tarso foi o primeiro governador a quebrar a cabeça pra fazer o Rio Grande do Sul destinar 12% (obrigação constitucional até então desrespeitada) do orçamento pra área da Saúde. O R​i​ o Grande do Sul é hoje o Estado que mais investe em atenção básica.
MAIOR AUMENTO SALARIAL DA HISTÓRIA DO MAGISTÉRIO

Quando Tarso assumiu, os professores recebiam o MENOR SALÁRIO DO PAÍS. Quatro anos depois, os professores ganham 76% a mais (50% de aumento acima da inflação). ​Na prática, o  ​salário​  básico​ da maioria dos professores​  passou de R$ 1.319,49 para R$ 2.331,40. Compare: o aumento real do Governo Rigotto (PMDB) foi de -7,9%, ou seja, não houve nenhum reajuste, pelo contrário.
REFERÊNCIA NACIONAL NA FORMAÇÃO PROFISSIONAL

O Rio Grande do Sul é hoje referência nacional na capacitação de mão de obra. ​Foram mais de 250 mil matrículas no Pronatec, o que faz do RS o Estado que mais forma profissionais pelo programa. ​Isso significa que hoje os gaúchos têm mais e melhores empregos.
RETOMADA DO CONTROLE PÚBLICO NO MODELO DE PEDÁGIOS

O Governo Tarso decidiu mudar o modelo de ​pedágios  vigente há décadas​, que era caro e gerava muitas reclamações.​​​​​  ​Com o​  novo modelo​, o  governo passou a debater com a população​​  das regiões o preço das tarifas​ e para onde vão os recursos arrecadados.​  
MAIS RENDA

O​ programa​  RS Mais​ Igual  beneficia mais de 80 mil famílias em situação de extrema pobreza com um complemento de renda ao Bolsa​ ​ Família. Desde 2010, 500 mil pessoas saíram da miséria no Rio Grande do Sul. Os beneficiários também têm prioridade em programas de qualificação profissional e moradia popular​, como o ​Pronatec e o  Minha Casa, Minha Vida.
O RS SALTOU DO 1​1​ º PARA O 2º LUGAR ​EM QUALIDADE DE  EDUCAÇÃO

​Nos últimos quatro anos, os investimentos em educação garantiram um salto de qualidade.  O Rio Grande do Sul ​pulou do​  1​1​ º​ para o 2º​  lugar no ranking​ do Ideb,​  que mede a qualidade da educação básica no país​.
UERGS RESSURGE DAS CINZAS

A UERGS, criada no Governo Olívio como alternativa aos jovens do interior que precisavam deixar o pago e estudar na cidade grande, foi deixada às traças por Rigotto e esteve à beira da falência total com Yeda. Tarso TRIPLICOU o orçamento da Universidade, DOBROU o número de docentes, criou um plano de carreira para os professores e inaugurou um Campus Central. A UERGS é hoje a única alternativa de educação superior gratuita e de qualidade para 3,3 mil gaúchos.
MAIOR CRESCIMENTO DO PIB DO PAÍS

Com 6,3% de crescimento, o RS superou em TRÊS VEZES o desempenho do país, que ​teve  alta de 2,3% em 2013. 
RECUPERAÇÃO DO SALÁRIO MÍNIMO REGIONAL 

​Depois do  arrocho ​d​ o governo Yeda, o Rio Grande recuperou a dianteira no Governo Tarso, com reajustes três ve​z​es maiores​,​ e hoje garante R$ 868 como base pra qualquer relação de trabalho, 20% a mais do que o piso do Brasil.
SUPER​ ​ SAFRAS

A super-safra de 2013 deve se repetir em 2014. O Plano Safra ​Gaúcho​ , do governo estadual, destinou R$ 2,74 bilhões para investimentos na agricultur​a . A agricultura familiar e o cooperativismo contribuem​ muito​  com o PIB gaúcho, distribuem renda no território e melhoram a qualidade de vida de 380 mil famílias no Estado.
BONS VENTOS NA METADE SUL

O Rio Grande do Sul vai ter o maior complexo eólico da América Latina, em Santa Vitória do Palmar. Gerando energia e empregos, ele contribui para construir um novo futuro para os moradores da região.
ECONOMIA DO CONHECIMENTO

São Leopoldo ganhou a maior fábrica de semicondutores do hemisfério sul​, o começo de  um parque de novas tecnologias no Vale do Sinos.
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terça-feira, 21 de outubro de 2014

Sartori, Brito, Yeda, Marina, Aécio, gauchada não merecemos este futuro.

Sartori é um quadro político orgânico e deixa bem claro pra todos, que, se governador for, colocará em prática o programa ao qual sempre defendeu, ou seja: a instituição de um estado liberal que reduz o poder de intervenção do estado na busca da melhoria da qualidade de vida do conjunto dos indivíduos da sociedade.

Ora, quando Sartori afirma que vai cortar gastos, ele está explicitamente afirmando que pretende reduzir os investimentos feitos pelo poder público. O povo gaúcho já sentiu na pele a política do déficit zero e sabe os prejuízos sociais que ela causou.


Dos últimos três governadores, Tarso é o que que mais investiu em segurança, em educação, em saúde e também na geração de emprego e renda. E comprovou que a melhor maneira de se enfrentar a crise econômica é com o fortalecimento do estado.

Aqui no RS a taxa de desemprego é de 3,5%. É a menor taxa de desemprego dos últimos 22 anos. Isto significa que os gaúchos estão aproveitando as oportunidades criadas, e o nosso estado está gerando mais emprego e renda. Por sua vez, este crescimento aumentou a arrecadação do estado e com isso, Tarso foi o governador, dentre todos os atuais governadores do Brasil, que mais reduziu a dívida do seu estado com a União, segundo divulgou o jornal Folha de São Paulo.

Com Tarso, mais servidores públicos foram contratados, mais brigadianos estão protegendo a nossa sociedade, mais professores estão qualificando a nossa educação, milhares de escolas foram reformadas, centenas de hospitais públicos foram revigorados e milhares de estudantes estão sendo beneficiados com o Passe Livre. E ainda assim a dívida do estado não cresceu, ela diminuiu.

Já com Britto e Yeda do déficit zero, o estado viveu um caos pela fissura dos seus gestores em cortar gastos, e no em tanto, com eles a dívida do estado aumentou.

Entre Tarso e Sartori há uma Imensa diferença de se enfrentar a ruína financeira que hoje o estado vive.

A política defendida pelo Sartori vêm de berço. E é por isso que ele espontaneamente afirma "vou cortar gastos públicos". O gringo não esconde de ninguém que defende a velha política da direita pela busca do estado mínimo, já outrora implementada por FHC, Britto e Yeda.

É preciso compreender a diferença dos projetos em disputa e a consequência que cada um terá na vida da sociedade gaúcha.

Um forte abraço e boa luta pra todos nós!
Postado por tide lima 

Datafolha: Dilma tem 46%, Aécio aparece com 43%

Brancos e nulos somaram 5% neste levantamento; 6% disseram que não sabem em quem votar.

Datafolha: Dilma tem 46%, Aécio aparece com 43% Montagem sobre fotos de Marcos Fernandes e Ichiro Guerra / Divulgação/
Foto: Montagem sobre fotos de Marcos Fernandes e Ichiro Guerra / Divulgação
Pesquisa Datafolha divulgada nesta segunda-feira mostra Dilma Rousseff (PT) numericamente à frente de Aécio Neves (PSDB) pela primeira vez no segundo turno. Porém, os candidatos aparecem empatados tecnicamente conforme a margem de erro, que é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. A presidente tem 46% dos votos totais (antes aparecia com 43%), contra 43% do tucano (que, no último levantamento, tinha 45%).
Brancos e nulos somam 5%, um ponto percentual a menos do que a última pesquisa. Não sabem em quem votar representam 6%, o mesmo índice anterior.

Quando levados em consideração apenas os votos válidos (excluídos brancos e nulos), Dilma tem 52%, e Aécio, 48%. Este é o mesmo método utilizado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para divulgar o resultado das eleições.
A pesquisa ainda perguntou sobre a avaliação do governo Dilma. Conforme o instituto, 42% consideram bom ou ótimo. Já 20% consideram a administração petista ruim ou péssima, e 37% acham regular.
O Datafolha ouviu 4.389 eleitores em 257 municípios nesta segunda-feira, 20 de outubro. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, em 100 pesquisas com a mesma metodologia, os resultados estarão dentro da margem de erro em 95 ocasiões. O levantamento foi registrado no TSE sob número BR 01140/2014.

Entrevista com Sartori no Portal Terra sem os cortes do PT

Vendo e ouvindo um dos debates entre Tarso Genro e José Ivo Sartori ficou claro para mim porque o candidato do PMDB venceu com tanta facilidade o primeiro turno das eleições para o Governo do Estado do Rio Grande do Sul: os eleitores escolheram deliberadamente o pior candidato.
Você pode ter horror ao PT, achar o Tarso um tanto pernóstico, mas não pode deixar de concordar que ele é incomparavelmente mais inteligente e preparado para governar o Estado que o seu oponente.
Enquanto Tarso responde a todas as questões de uma forma lógica e embasada em argumentos racionais, Sartori só faz generalizações e responde com obviedades a todas as questões propostas.
Ensinado pelos seus marqueteiros a criticar as pesquisas eleitorais, ele produziu uma frase que repete ad nauseam, aquela de ouvir o coração, sem se dar conta da pieguice que impregna tal dito.
No primeiro momento pensei que, as pessoas que estivessem vendo ou ouvindo as  perguntas e respostas dos candidatos, logo fariam a opção mais racional, escolhendo o candidato mais inteligente, mais preparado, o que tivesse projetos mais factíveis, no caso, obviamente Tarso Genro.
Foi então que me dei conta de que Sartori ganhou no primeiro turno e tem chances de ganhar no segundo, exatamente pelos seus defeitos e não pelas suas qualidades de seriedade e honestidade.
Sérios e honestos os dois candidatos são. Só que o Sartori se revela um medíocre quase assumido. Durante todo o debate, ele não externou nenhuma idéia nova, nenhum pensamento original, nada que o diferencie daquelas opiniões que pontuam uma discussão de bar sobre futebol ou de donas de casa tradicionais sobre o último capítulo da novela da Globo.
No primeiro turno, os eleitores votaram no Sartori pela sua mediocridade, que talvez seja apenas um recurso de marketing e não sobre a sua apregoada capacidade de administrador municipal.
O brilho e a inteligência de Tarso podem causar admiração, mas também afastam muitos eleitores – principalmente aquele representante típico da classe média que fica sabendo do que ocorre no mundo através da Rede Globo e da RBS – que não gostam de medir seus talentos por figuras políticas.
É o voto da classe média ressentida com o brilho de um político identificado com um partido operário. Caso Tarso fosse candidato de um partido mais elitizado, o PSDB,  o PP ou mesmo PMDB, o seu brilho pessoal ficaria bem colocado e seria motivo de admiração. Do candidato de um partido fundado por um metalúrgico, ela espera uma linguagem mais chã, mais próxima dela.
Então, ela vota num candidato – Sartori – que se posiciona como um “gringo” sério, mas sem qualquer brilho pessoal.
A esperança é de que este voto de solidariedade na mediocridade, possa ser mudado no segundo turno, com as pessoas se dando conta de que por trás desses dois candidatos, existem projetos políticos opostos. Um, o do Tarso é o aprofundamento das políticas de desenvolvimento econômico e social que realizou nos seus quatro anos de governo e o outro, o do Sartori, é a volta a um passado de privatizações e arrocho salarial.

PS -  Aécio certamente é bem diferente do Sartori  como ser político, mas no final acaba defendo propostas muito semelhantes.  Um dos poucos jornalistas isentos da Folha, Janio de Freitas, lembrou outro dia a dualidade de imagens entre ele e Dilma. Um representa a Bolsa de Valores e Dilma, a Bolsa Família.

É para frente que se anda com Dilma 13


quarta-feira, 15 de outubro de 2014

JINGLES DA DILMA E TARSO




BAIXE ABAIXO:





Dilma_13 - Coração Valente - Cante Com a Gente.MP3

Jingles TARSO_13

Tarso em Alegrete

Após ter participado de um debate na Rádio Gaúcha, o governador Tarso saiu em visitação pelo Estado. Ele esteve cumprindo agenda em Alegrete, onde foi recebido por seus companheiros, que o acompanharam durante carreata pelo centro. Faixas foram colocadas em alguns pontos, agradecendo ao governador e a presidente Dilma pelos investimentos feitos no município, especialmente com a Unipampa e pela transformação no Instituto Federal.

Ainda na 3ª Capital Farroupilha Tarso esteve reunido com lideranças locais no Sindicato dos Comerciários, reafirmando o compromisso com o município. Os petistas procuram reforçar a campanha no município, já que Sartori ganhou no município, apesar da vantagem de ter sido pequena:  35,90% contra 34,50% no primeiro turno.


Postado por Nova Pauta 

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Companheiros e companheiras

Estamos iniciando uma nova etapa desta Campanha, com a convicção de que o Rio Grande e o Brasil não se furtarão de reeleger um Projeto que tem na sua centralidade o desenvolvimento fundado na inclusão social, no humanismo e na democracia.  Neste momento faz-se necessário disputar a opinião de cada cidadã e de cada cidadão gaúcho mostrando que a alternância de partidos e de projetos tem prejudicado o nosso Estado e sua população, pois fragiliza as políticas públicas que se viabilizam e se consolidam no médio e longo prazo.
Cabe a cada liderança neste momento mostrar que o alinhamento das estrelas trouxe ganhos à população do Rio Grande, e que os avanços semeados criaram as condições para inaugurarmos um novo ciclo nos próximos quatro anos, honrando os investimentos realizados pela sociedade gaúcha e apontando para um futuro mais generoso.
Nossa principal tarefa política no momento é realizarmos uma única Campanha Dilma e Tarso, Tarso e Dilma, massificando e dando visibilidade à mesma por meio de caminhadas, bandeiraços, adesivaços, carreatas e, principalmente, realizando uma agenda de mutirões de casa em casa com militantes conversando com eleitoras e eleitores, com o objetivo de virar votos, pois nosso voto é um voto consolidado e a atual votação do Sartori é fenomênica e volátil. Especialmente nos próximos dois sábados e domingos, cada comitê de nossa campanha deve organizar o máximo possível de agendas de mutirões de porta em porta que, para além de entregar nosso material, devem ter militantes orientados e instrumentalizados a argumentar e comparar nosso projeto Dilma/Tarso aos governos antipopulares e autoritários do PMDB/RS e aliados (Simon, Britto, Rigotto e Yeda).

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